quarta-feira, 13 de maio de 2020

Um pouco mais sobre o ROMANTISMO

Para saber mais sobre a estética romântica assista ao vídeo no link abaixo ⇓⇓⇓

Romantismo: Conceitos e Contexto Histórico

Algumas obras representativas do Romantismo



Em algumas adaptações cinematográficas podemos conhecer um pouco sobre o Brasil do século XIX,  período no qual se desenvolveu o Romantismo.
Para saber mais assista ao filme Carlota Joaquina, princesa do Brasil




Agora vamos escrever um pouco!!!


Romantismo em Portugal
Romantismo no Brasil

segunda-feira, 4 de maio de 2020




ATENÇÃO 2* ANO,  FOCO NA REDAÇÃO!!!  


Qual a estrutura da redação Enem?

A estrutura da redação Enem segue o modelo do gênero textual dissertativo-argumentativo, que consiste na defesa de um ponto de vista por meio da discussão de argumentos e da análise crítica deles. Além disso, esse texto se caracteriza por sua estrutura dividida em introdução, desenvolvimento e conclusão.  
Então, pensando na importância de entender cada uma dessas partes, a seguir vamos falar um pouco mais sobre a composição delas para a estrutura da redação Enem. Confira!

 

1.Introdução

A introdução é aquele parágrafo inicial da sua redação que deve conter cerca de 5 linhas e tem o objetivo de contextualizar o leitor sobre o assunto que você discutirá ao longo do texto. 
 Confira algumas características importantes dessa parte:
a) Chame a atenção do leitor
Por ser o início do seu texto, vale lembrar que você deve aguçar a curiosidade do leitor, fazendo, assim, com que ele se interesse por continuar a leitura. 
Como na redação do Enem o corretor não possui a opção de deixar de ler, essa chamada de atenção serve para fazê-lo se interessar mais pelo seu texto. Afinal de contas, ele estará lendo milhares de redações sobre o mesmo assunto, então se destacar é chave fundamental para garantir uma nota boa.
Mas se você estiver se perguntando: como faço para chamar atenção?

Escolha citações, frases de efeito, definições, exemplos, alusões históricas ou dados que tornem a primeira frase do seu texto chamativa e interessante, instigando a leitura do restante da redação. 

b) Contextualize o tema
Agora que você já chamou a atenção do leitor, é hora de contextualizar a primeira frase com o tema proposto pela redação. É nesse momento que você explica a relação com o tema e já começa a introduzir qual será o ponto de vista defendido por você.
Ou seja, não adianta nada colocar uma frase de um filósofo famoso se você não conseguir relacioná-la com o assunto da redação. É preciso ter lógica e conexão!

c) Defenda uma tese 
Apesar de não precisar, necessariamente, aparecer na última frase do seu parágrafo introdutório, é importante que você deixe evidente qual será a tese defendida por você. Assim, fica claro para o corretor qual será o ponto de vista debatido ao longo da sua redação.
Mas cuidado, não confunda tema com tese. O tema é o assunto sobre o qual você discutirá e, a tese, é uma proposição sobre o tema, ou seja, é o seu posicionamento em relação a ele.

2. Desenvolvimento
Na estrutura da redação Enem, os próximos dois ou três parágrafos do seu texto devem ser dedicados ao desenvolvimento do seus argumentos, utilizando cerca de 7 linhas para cada.
Os parágrafos de desenvolvimento são aqueles em que você apresenta os argumentos que defendem a sua tese, com o objetivo de convencer o leitor a respeito do seu posicionamento. 
Mas lembre-se que vale mais desenvolver bem um argumento por parágrafo do que expor vários argumentos sem desenvolvê-los. 
Bem, veja alguns pontos importantes da estrutura da redação Enem no desenvolvimento:

a) Utilize um tópico frasal
O tópico frasal é responsável por introduzir a ideia central de um parágrafo. Então, da mesma forma que o seu texto apresenta uma introdução, desenvolvimento e conclusão, os parágrafos devem apresentar início, meio e fim. 
Por isso, esse tópico frasal será a ideia central do seu parágrafo, a partir dela você desenvolverá ideias secundárias relacionadas à principal.

b) Desenvolva o seu argumento
Depois de estabelecida a ideia central do seu parágrafo, é hora de desenvolvê-la com argumentos sólidos e verídicos que comprovem a sua tese. 
E, por se tratar de um texto dissertativo-argumentativo, você não deve apenas expor informações, mas sim analisá-las de forma crítica para convencer o leitor sobre elas e mostrar que você tem autoridade sobre aquilo que está abordando.

c) Conecte suas ideias 
Então, já que cada parágrafo deve ter a sua conclusão, você deve finalizá-lo conectando as ideias e mostrando o sentido delas terem sido discutidas.

3. Conclusão
Por fim, a conclusão é o parágrafo que finaliza a estrutura da redação Enem e deve conter, aproximadamente, 5 linhas. Aqui, você não deve mais abordar novos argumentos, mas sim relacionar, com a sua tese, aqueles que já foram expostos e propor soluções para os problemas abordados ao longo do texto de forma a concluir seu pensamento.
Alguns tópicos importantes desse parágrafo são:

a) Sintetize suas ideias 
Como a ideia do parágrafo de conclusão é concluir tudo o que foi abordado ao longo da redação, sintetizar a sua ideia principal é uma forma de começar a finalização do texto, conectando todas as suas ideias e garantindo a coerência da redação.

b) Faça propostas de intervenções detalhadas
A estrutura da redação Enem exige proposta de intervenção para o problema abordado no tema. Por isso, depois de introduzir o leitor ao parágrafo, você deve mostrar as intervenções que podem ser feitas para lidar com o problema. 
E, para receber uma pontuação boa na competência V dos critérios de avaliação desse Exame, é muito importante que você detalhe o agente, o que fazer, como fazer e a finalidade da medida. 

c) Finalize com “chave de ouro”
Da mesma forma que a introdução aguça a curiosidade do leitor, ou, nesse caso, do corretor, a continuar a leitura do seu texto, a conclusão deixa a impressão final sobre a sua redação.
E, pensando que é depois da conclusão que o corretor dará uma nota para a sua produção, é muito importante que essa impressão final deixe-o satisfeito com o seu texto. Ou seja, tente deixar o corretor “de boca aberta”.
Então, aqui é importante dar aquele toque final e mostrar que tudo o que você disse está conectado e possui uma lógica para estar ali. Além disso, é muito importante retomar a introdução, amarrando todas as pontas da sua redação.
VAMOS LÁ!!!  VOCÊ CONSEGUE!!!

ESTRUTURA DO PARÁGRAFO-PADRÃO

Como vimos, o parágrafo-padrão compõe-se de:
  •        tópico frasal ou frase-núcleo: contém a síntese da ideia central de todo o parágrafo.
  •       frases de desenvolvimento: são utilizadas para comentar, exemplificar, desenvolver, ampliar o tópico frasal.
  •       frases de conclusão: são utilizadas para fechar o parágrafo, arrematando a ideia.



A IMPORTÂNCIA DO TÓPICO FRASAL

O tópico frasal é de suma importância tanto para quem escreve quanto para quem lê o parágrafo.
      Para quem escreve, é importante para não “se perca” ao escrever, pois terá aquela ideia como base do parágrafo, evitando assim um aglomerado de ideias soltas. O tópico frasal será o seu “norte”.
      Para o leitor, é importante porque, ao iniciar a leitura do parágrafo tópico frasal, ele já sabe que ideia irá encontrar ao longo do parágrafo.

TIPOS DE TÓPICO FRASAL

Os principais tipos de tópico frasal são:

a) DECLARAÇÃO INICIAL: Faz-se uma declaração inicial, que será comentada em seguida.Ex:

“O conhecimento nasceu como uma extensão do corpo, para ajudá-lo a viver. O corpo sentiu dor, e a dor fê-lo usar a inteligência a fim de encontrar uma receita para por fim à dor. O corpo sentiu prazer, e o prazer fê-lo usar a inteligência a fim de encontrar uma receita para repetir a experiência de prazer. Esse é o início do conhecimento. Foi assim que nasceu a ciência.”(RUBEM ALVES. Folha de S. Paulo, 12.09.99.)


b) DEFINIÇÃO: É uma forma de iniciar parágrafos sobre termos que pedem uma ligeira conceituação.Ex:

O mito, entre os povos primitivos, é uma forma de se situar no mundo, isto é, de encontrar o seu lugar entre os demais seres da natureza. É um modo ingênuo, fantasioso, anterior a toda reflexão e não-crítico de estabelecer algumas verdades que não só explicam parte dos fenômenos naturais ou mesmo a construção cultural, mas que dão, também, as formas da ação humana.”(Maria Lucia Aranha, Temas de filosofia. São Paulo: Moderna, 1992, p. 62)

c) DIVISÃO: Usa-se um numeral ou um pronome indefinido no plural como vários, alguns, etc. O que se faz em seguida é apresentar as ideias como uma enumeração.Ex:

“O povoamento do sul do Brasil processou-se de dois modos diferentes: no litoral, pela vinda de colonos açorianos, que chegavam com algumas ferramentas, sementes, um pouco de dinheiro; no interior, pela chegada de famílias paulistas, que seguiam os caminhos do altiplano. O duplo aspecto do povoamento dará lugar a dois tipos de sociedade e dois tipos de economia.”(Roger Bastide, Brasil: Terra de Contraste)

d) ALUSÃO HISTÓRICA: Utiliza-se algum fato histórico como ponto de partida para desenvolver o parágrafo.Ex:

“Após a queda do muro de Berlim, acabaram-se os antagonismos leste-oeste e o mundo parece ter aberto de vez as portas para a globalização. As fronteiras foram derrubadas e a economia entrou em rota acelerada de competição. Preparou-se o terreno para a construção da chamada aldeia global.”(Antonio Carlos Viana)

e) INTERROGAÇÃO (PERGUNTA): Inicia-se o parágrafo com uma pergunta que desperta a reflexão do leitor. A pergunta não é respondida de imediato, mas ao longo da argumentação.Ex:

Será que é com novos impostos que a saúde melhorará no Brasil? Os contribuintes já estão cansados de tirar dinheiro do bolso para tapar um buraco que parece não ter fim. A cada ano, o cidadão é lesado por novos impostos para alimentar um sistema que só parece piorar.”(Antonio Carlos Viana)

f) ADJETIVAÇÃO: O uso de dois ou mais adjetivos servem de base para a argumentação.Ex:

“O atual e crescente interesse pelo canto gregoriano é notável e compreensível. Notável porque se dá numa época em que tudo o que está na moda tem de ser barulhento e acelerado; compreensível porque nenhuma outra música proporciona uma sensação de tranquilidade e paz interior tão profunda. Os cantos tranquilizadores conquistaram o mundo em busca de uma nova espiritualidade.”(Encarte do CD Vozes da tranquilidade, Reader’sDigest Música)

g) CITAÇÃO: Inicia-se o parágrafo com a citação de alguma frase interessante dita por alguém renomado.Ex:

“Todo brasileiro é mestiço. Se não no sangue nas ideias.” A observação é Sílvio Romero, e foi feita há cerca de um século. De fato, o material de que se alimenta a vida espiritual de todos os brasileiros provém de fontes étnicas muito diversas e muito misturadas. Tradições culturais europeias se cruzam com raízes africanas e matrizes indígenas, antes de receberem influências asiáticas, sobretudo através da imigração japonesa. A riqueza (a universalidade) de uma cultura nacional depende de muitos fatores. E depende, decisivamente, de sua capacidade de saber assimilar a diversidade das experiências humanas que lhe chegam, através dos mais distintos caminhos.
(Leandro Konder, O Globo, 11 out. 1992.)


quinta-feira, 23 de abril de 2020

Redação na área galerinha do 2* Ano A e B Regular e Integral!!!




O foco agora é a Introdução!!!




PROPOSTA DE REDAÇÃO

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Os desafios do necessário isolamento social no Brasil em casos de pandemia”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.  

TEXTO I 

Por que durante a pandemia há recomendação para isolamento social?
Para entendermos isso, precisamos primeiramente entender o conceito de R0, que é o número básico de transmissão, desse modo, quantas pessoas um infectado contaminará. No caso da COVID-19 (CoronaVirus Disease – 19), o R0 básico é estimado entre 2,5 e 3. Dessa forma, para cada pessoa infectada, outras 2,5 a 3 serão infectadas. Isto leva a uma progressão bem rápida, em torno de 60.000 casos em 2 meses, e 14.551.915 em 3 meses. Considerando que a doença seja transmissível no quinto dia pós-contágio. 
Outro problema é que, como se trata de um novo vírus, praticamente toda a população mundial é suscetível à infecção. Como não possuímos vacina (reduziria o número máximo de pessoas que poderiam ser infectadas e reduziria o R0) ou medicamento curativo para a COVID-19, nossa única alternativa é o isolamento social. O isolamento social reduz o R0, pois, cada pessoa, tendo contato com um número menor de outras pessoas, infecta menos pessoas. Com isso, há redução importante na velocidade de propagação da doença e, também, com menos pacientes graves ao mesmo tempo, possibilitando que o sistema de saúde consiga lidar com a chegada de novos casos. 
Se com o isolamento social conseguirmos reduzir o R0 para ao redor de 1, ou seja, se cada infectado contaminar apenas 1 outra pessoa, o sistema de saúde conseguirá lidar de forma muito melhor com a pandemia. Apenas para comparação, o R0 da “gripe suína” (H1N1) antes da vacinação em massa das pessoas era de 1,4 a 1,6. E o sarampo, doença extremamente contagiosa, apresenta um R0 entre 12 e 16, embora haja alguns estudos com valores ao redor de 18.

TEXTO II

“Se não morrer desse vírus, morro de fome”, diz ambulante de 65 anos
“Quer sorvete, meu filho?”, pergunta José Maria, de 65 anos, a todos os pacientes que entram e saem da Unidade de Pronto Atendimento da Lapa, na zona oeste de São Paulo. Abordado pela reportagem, ele ri e diz que está “até cansado” de tanto perguntar a mesma coisa —José trabalha como vendedor de sorvete no estacionamento do hospital há 30 anos. Parte do grupo de risco do covid-19, o vendedor afirma não ter medo de contrair a doença e que não lhe sobram muitas opções senão trabalhar todos os dias. “O que você quer que eu faça? Se não morrer desse vírus, morro de fome. Não posso parar de trabalhar”.
A rotina não envolve apenas contato com pessoas que podem estar infectadas, mas, também, quatro viagens de ônibus por dia: ele sai às 8h de Perus, na zona norte de São Paulo, e chega em casa por volta das 22h. “Pelo menos, por causa desse vírus aí que eu nem sei falar o nome, os ônibus estão vazios. Pego dois para ir e dois para voltar. Quando estão muito cheios, é bastante difícil passar com esse carrinho. Agora, está mais tranquilo”, conta à reportagem. A rotina de Perus até a Lapa acontece de segunda-feira a sábado. Aos domingos, ele conta, José vende tempero baiano no bairro em que mora. “O senhor é baiano, José?”, pergunta o UOL. “Não, sou cearense. Vim para São Paulo em 1976 e nunca mais voltei para o Ceará, acredita?”. O motivo da falta de visita à cidade natal é claro: José perdeu a mãe aos sete anos e, desde então, tudo perdeu a graça. “Se minha mãe fosse viva, ela estaria aqui comigo. Eu teria dado um jeito de trazê-la para cá, pode acreditar. Ela morreu com câncer no seio. Desde então, ficou tudo muito chato. Mesmo depois de me casar e depois de ter um filho” 
O trabalho com vendas de sorvete rende a José, em média, R$ 400 mensais “isso se o tempo estiver bom”. “Quando faz frio, aí já era, ninguém quer comprar. Agora está complicado: por causa desse vírus, as vendas caíram muito. O movimento aqui no hospital, também. Quero só ver como vai ser daqui para frente”, afirma. Por causa disso, o vendedor alterna o local das vendas todos os dias. Fica no hospital até as 14h e, a partir das 15h, faz suas vendas na Rua Cerro Corá, também na Lapa. “Fico andando para lá e para cá na Cerro Corá até a noitinha. Aí tento ganhar mais dinheiro”. Poucos meses atrás, o cearense intercalava a venda de sorvetes —hoje, os sabores que se aninhavam no carrinho eram açaí e graviola—, com o trabalho de pedreiro. No entanto, além de duas lesões no joelho, José descobriu esporão nos dois calcanhares. “A sensação é tipo pisar em um monte de espinho, dói muito. Não consegui mais trabalhar em obra”. Para caminhar, ele investiu R$ 65 reais em um chinelo de borracha, ao qual ele acoplou um saltinho de plástico, na tentativa de amenizar a dor. “A gente vai dando um jeito, né, só não pode parar”.

TEXTO III



Disponível em: https://www.opantaneiro.com.br/charges/quarentena/156325/

Atenção: Pesquisem em fontes confiáveis sobre o assunto e escrevam a introdução da sua redação.
Atentem para as exigências  do uso do português padrão, contextualização do tema e apresentação da tese. 

domingo, 5 de abril de 2020

Literatura Árcade ou Arcadismo

 Arcadismo em 5 minutos




         Para saber mais sobre o contexto histórico da época veja o vídeo sobre a Inconfidência Mineira no link⇓⇓

A Inconfidência Mineira

Para aprofundar mais sobre o estilo literário:

1-Construir um mapa mental sobre o Arcadismo; 
2-Pesquisar a biografia dos principais poetas do Arcadismo brasileiro: Cláudio Manoel da Costa e Tomás Antonio Gonzaga.

ATENÇÃO: Todas as atividades devem ser feitas no caderno.

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Linguagens Artísticas 1* Ano A e 3* Ano A e B Integral





Faça os registros no seu caderno e, se preferir, poste nos comentários!




Anjos (Pra quem tem fé)

Oh Lord, oh Lord, oh Lord, oh Lord
Lord, Lord, Lord, Lord
Oh Lord, oh Lord, oh Lord, oh Lord
Lord, Lord, Lord, Lord
Em algum lugar, pra relaxar
Eu vou pedir pros anjos cantarem por mim
Pra quem tem fé
A vida nunca tem fim
Não tem fim, é
Se você não aceita o conselho, te respeito
Resolveu seguir, ir atrás, cara e coragem
Só que você sai em desvantagem se você não tem fé
Se você não tem fé
Te mostro um trecho, uma passagem de um livro antigo
Pra te provar e mostrar que a vida é linda
Dura, sofrida, carente em qualquer continente
Mas boa de se viver em qualquer lugar, é
Volte a brilhar, volte a brilhar
Um vinho, um pão e uma reza
Uma lua e um sol, sua vida, portas abertas
Em algum lugar, pra relaxar
Eu vou pedir pros anjos cantarem por mim
Pra quem tem fé
A vida nunca tem fim
Não tem fim
Em algum lugar, pra relaxar
Eu vou pedir pros anjos cantarem por mim
Pra quem tem fé
A vida nunca tem fim
Oh Lord, oh Lord, oh Lord, oh Lord
Lord, Lord, Lord, Lord
Oh Lord, oh Lord, oh Lord, oh Lord
Lord, Lord, Lord, Lord
Mostro um trecho, uma passagem de um livro antigo
Pra te provar e mostrar que a vida é linda
Dura, sofrida, carente em qualquer continente
Mas boa de se viver em qualquer lugar
Podem até gritar, gritar
Podem até barulho então fazer
Ninguém vai te escutar se não tem fé
Ninguém mais vai te ver
Inclinar seu olhar sobre nós e cuidar
Inclinar seu olhar sobre nós e cuidar
Inclinar seu olhar sobre nós e cuidar
Inclinar seu olhar sobre nós e cuidar

 Girassol
(Kell Smith)

Eu sei que cada um só tem a vista da montanha que escalar
Por isso todo dia eu me preocupo em fazer a coisa certa
E mesmo assim, infelizmente, às vezes não parece adiantar
Porque o mundo tá tão louco e as pessoas andam tão estranhas

Me diz se ainda passa o medo de não ser o melhor de mim
E se a gente se cobra menos em algum momento disso aqui
Me diz!

Quando já não sei qual é a direção
E tudo que posso é seguir meu coração
Então me viro e giro para onde gira o sol
Quando já não sei qual é a direção
E tudo que posso é seguir meu coração
É por instinto que eu encontro a luz,
sou girassol!
Eu quero aquela vida que a gente inventa antes de dormir
Mas pra dar certo sei que tenho que acordar tomando atitude
O tempo não me espera só porque quero jogar tudo pro ar
E quase sempre é em desistência que o fracasso se resume

Me diz se ainda passa o medo de não ser o melhor de mim
E se a gente se cobra menos em algum momento disso aqui
Me diz!

Quando já não sei qual é a direção
E tudo que posso é seguir meu coração
Então me viro e giro para onde gira o sol
Quando já não sei qual é a direção
E tudo que posso é seguir meu coração
É por instinto que eu encontro a luz, sou girassol
É por instinto que eu encontro a luz, sou girassol


Paciência
(Lenine)

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não para
Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora vou na valsa
A vida tão rara
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (tão rara)
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não
Será que é tempo que me falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (tão rara)
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não
A vida não para
A vida é tão rara